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  • A função CpyT2S exige que o programa AdvPL que a execute seja um SmartClient, não permitindo, portanto, que seja chamada em JOB. A partir da build 7.00.120420A, caso a função seja chamada em JOB, o programa será finalizado com ocorrência de erro fatal "Function CpyT2S() doesn't available in JOB.". Nas builds anteriores, se CpyT2S fosse chamada em JOB, ela não era executada e não gerava mensagem de advertência ou ocorrência de erro.
  • O diretório no destino (servidor) deve existir para que a cópia seja realizada com sucesso.
  • Em caso de falha, pode ser utilizada a função FError, porém não é possível saber se a falha na cópia está relacionada com algum problema de acesso na origem, no destino, ou mesmo durante a cópia. Normalmente as causas mais prováveis de falha são inconsistências nos parâmetros, como especificar um arquivo de origem que não existe, ou que esteja em uso por outro processo; ou especificar um diretório de destino que não exista; ou que o usuário que iniciou o programa não tenha direitos de escrita; falta de espaço em disco no destino durante a cópia; falha no acesso ao sistema de arquivos na pasta temporária do servidor ou do SmartClient; ou ainda o arquivo já exista no diretório de destino, e esteja em uso por outro processo.
  • Caso a compactação esteja habilitada (Default = .T.), no parâmetro <lCompress>, o arquivo será compactado automaticamente no client antes do envio, e descompactado automaticamente no servidor. Para a grande parte dos tipos de arquivo, utilizar a compactação reduz o tempo de cópia, pois o conteúdo trafegado pela rede é menor. Para tráfego de arquivos que já possuem algum tipo de compressão de dados (ZIP, TAR, RAR, JPG, MPG), é mais eficiente especificar este parâmetro com .F., para que a compactação automática não seja utilizada, pois nestes casos a mesma não agregará nenhum ganho neste processo. O arquivo compactado é gravado na pasta temporária do client e descompactado na pasta de destino do servidor.
  • O parâmetro opcional lChangeCase foi introduzido a partir do build 7.00.131227A pois em sistemas LINUX/UNIX, existe a diferenciação entre maiúsculo e minúsculo em nomes de arquivos ou pastas. Quando este parâmetro for informado, terá prioridade sobre comportamento de Case Sensitive definido pelas chaves de ini CASESENSITIVE ou SERVERTYPE. Porem, quando não especificado o parâmetro, o valor padrão (.T.) fica condicionado ao que está configurado nessas chaves.
  • Em ambiente Windows, os nomes de arquivos e pastas não possuem diferenciação entre maiúsculo e minúsculo, logo, a função conseguirá tratar os arquivos e pastas independente do valor definido no parâmetro lChangeCase.
  • Quando o SmartClient utilizado for uma build nativa Linux ou Mac, sabe-se que sistema de arquivos destas plataformas não têm unidade de disco, a nomenclatura dos arquivos é case sensitive (letras minúsculas diferente de maiúsculas), e as barras separadoras de diretório / pasta são barras normais "/" ao invés de barras inversas "\". Mesmo nestes casos, deve-se especificar uma letra de unidade de disco no diretório de destino; pois quando o SmartClient em Linux e/ou Mac receber o diretório de destino, com a unidade de disco especificada, a unidade de disco será ignorada e as barras serão internamente invertidas. Por exemplo, a cópia especificando o path de destino "C:\USER\LOCAL\TEMP\" será interpretado pelo SmartClient Linux e/ou Mac como "/user/local/temp/".

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